domingo, 22 de maio de 2011

O triângulo quase amoroso dos EUA, Afeganistão e Paquistão

Por,
Camila Moreira Fernandes
Enquanto o Talebã continua sua ofensiva às tropas estrangeiras no país, o Paquistão não se decide se em que lado está. Após a captura de Bin Laden em solo paquistanês suas relações com os Estados Unidos anda de mal a pior. Mas devido a gravidade da situação ninguém pode dizer daquilo que está cheio o coração. Essa semana o senador John Kerry afirmou que o Paquistão estaria aumentando seus esforços para combater os extremistas e contribuir para a estabilização do Afeganistão. Mas pairam no ar algumas dúvidas:
Primeiro: seria essa fala de autoria paquistanesa?
Segundo: suponde que a primeira indagação seja verdadeira, teria o Paquistão mais recursos, que não financeiro (porque esse não falta ao Estados Unidos) para estabilizar o Afeganistão?
Terceiro: afinal de que lado o Paquistão está?
Semana passada o ministro interino de Relações Exteriores, Salman Bashir, disse que os EUA devem “parar de mandar recados ao Paquistão pela imprensa”, mas ele mesmo o fez ao fazer essa declaração. Enquanto isso o Afeganistão continua com sua rotina habitual: ataques, homens-bombas e consecutivas mortes. Ainda não se sabe o fim desse triângulo, ou dessa disputa por influência na região, mas o que podemos esperar é o adiamento de um fim que estava próximo de chegar.
Uma excelente semana a todos.
Fonte: Estadão, G1 e Blog da Adriana Carranca.

Pratica de “Planking” gera Demissões na Austrália

A rede de lojas australiana Woolwhorths demitiu oito funcionários, pela prática de “planking”. A companhia argumenta que os funcionários foram demitidos por estarem colocando a vida deles em risco: “O Planking é uma contradição da nossa política de segurança, pois nossos funcionários têm a responsabilidade de garantir a segurança deles próprios e das pessoas ao redor deles”.
Benedict Brook, porta-voz da rede de supermercado disse que esse tipo de brincadeira é inaceitável.  “Nós não estamos falando simplesmente de pessoas que deitam no chão, mas o planking pode colocar nossos clientes em risco. Em uma loja de Dick Smith, por exemplo, um funcionário estava deitado em uma prateleira a alguns metros do chão, se ele se desequilibrasse, poderia ser desastroso para ele e para alguém que, eventualmente, estivesse na loja”
Anthony Wilson, gerente de segurança e riscos da Woolworths, alerta que a empresa não quer ser ‘‘estraga-prazeres’’, mas que esse tipo de política – de demitir quem pratica planking – é algo essencial para a segurança dos consumidores.
Segundo o jornal australiano “ The Telegraph” foram demitidos: o gerente e o sub-gerente da rede de supermercados de southern NSW que carregavam uma tábua de 2 metros com o intuito de se equilibrar, três funcionários da unidade de northern NSW, pegos tentando se equilibrar em prateleiras, dois açougueiros de uma unidade no estado de Victoria e, por fim, um funcionário da unidade de Queensland, pego tentando fazer a ‘brincadeira’ em uma pilha de caixas de leite.
A prática de planking está disseminada na Austrália, tanto é que há uma página no Facebook chamada “Planking Australia Official” com várias imagens de usuários que tiraram fotos se apoiando em algum tipo de objeto ou lugar inusitado, além do site  iPlanking, que reúne várias imagens com a “brincadeira”.
O "planking" é uma brincadeira que consiste apenas em se equilibrar deitado, porém deve ser feito em locais de difícil equilíbrio.  Uma actividade, até à pouco tempo desconhecida, está agora a ganhar exposição internacional, ganhando maior  fama quando um jovem australiano de 20 anos morreu  numa tentativa de "planking" na varanda de um 7.º andar. O caso do jovem australiano de 20 anos é o mais famoso, porém não é o único, a brincadeira tem ocasionado muitas mortes devido ao perigo em que as pessoas se expõem.


                             
 

Tarifa sobre produção de minério de ferro sofrerá Aumento

Nessa quinta-feira (19/05) o estado Western da Austrália, que é rico em recursos naturais, anunciou o aumentou sobre o imposto cobrado na produção de minério de ferro. O imposto passará de 5,6% para 7,5% sob a produção.
A alta do imposto é uma continuidade do aumento anunciado pelo Estado no ano passado. A medida entrará em vigor a partir de julho de 2013, de acordo com uma cópia de documentos do orçamento anual do Estado. A decisão foi anunciado apesar do alto risco de indisposição com poderosos grupos de lobby do setor de mineração do país e com o governo federal.
Em resposta à medida, o secretário do Tesouro da Austrália, Wayne Swan, afirmou que o primeiro-ministro de Western Austrália, Colin Barnett, "precisa parar de brincar de política com o boom da mineração e ajudar a garantir que os cidadãos do seu Estado recebam a sua parte justa da riqueza dos recursos naturais do país". Swan disse também que o Estado poderá não conseguir obter a receita de uma revisão dos bens da nação e do imposto cobrado sobre serviços.
O minério de ferro fino é produzido pelo esmagamento de pedaços maiores do mineral antes do seu envio para as fundições para a produção de metal. Grupos mineradores do país expressaram preocupação sobre as implicações de custos com o aumento inesperado do imposto.
Samantha Stevens, porta-voz da mineradora BHP Billiton, disse que a companhia vai dialogar com o governo do Estado, em relação ao aumento proposto da tarifa. Um porta-voz da Rio Tinto não quis comentar de imediato o assunto.
“ É lamentável que mais uma vez as balizas das metas estejam sendo movidas", disse Reg Howard-Smith, presidente-executivo do grupo de lobby Câmara de Minerais e Energia de Western Austrália.

Apesar do Estado de Western já ter anunciado o aumento d imposto, muitas discussões e pressões ainda irão acontecer até 2013. 


 

Nova Cerveja... Para ser Tomada no Espaço

Dois empreendedores australianos, Jason held e Mitchel, donos de uma micro- cervejaria criaram uma cerveja encorpada para ser bebida no espaço.
A cerveja chamada Vostok 4 pines stout  foi desenvolvida em trabalho conjunto com a empresa de engenharia espacial “saber astronautics” da Austrália.
Os australianos desenvolveram a cerveja pensando em um mercado futuro e ainda desconhecido: o turismo no espaço. O argumento é que a Rússia já começou a levar turistas ricos para o espaço e o britânico richard branson desenvolve, atualmente, a infra-estrutura de seu próprio negócio de turismo espacial.
A cerveja foi testada nessa quarta-feira (18/05) em um vôo com gravidade zero sobre a flórida, nos Estados Unidos. No teste, foram consumidos aproximadamente 1 litro  da cerveja. Segundo os pesquisadores o maior desafio, no entanto, foi manejar a garrafa até a boca, o problema a partir de agora, é pensar numa idéia para levar a garrafa até a boca, por que nos experimentos essa situação foi bem complicada. Não foi noticiado o estado de embriaguez do cidadão que se submeteu ao teste, os próximos testes serão feitos para saber qual o impacto de tomar bebida alcoólica no espaço.
A cerveja foi criada com baixa carbonatação, ou seja, criada para amenizar os problemas com os chamados “ arrotos molhados”. Segundo os criadores a cerveja de malte é encorpada e saborosa, possui sabor de chocolate e caramelo para compensar a redução do paladar devido ao inchaço da língua no espaço.
Para os amantes de uma boa cerveja, a boa noticia é que a Vostok 4 pines stout está sendo vendida na própria cervejaria na Austrália e em alguns Pubs no país. A degustação não está exclusiva aos milionários que possuem dinheiro para Turismo no espaço, apesar da cerveja não ser tão barata como outras, estará ao alcance de qualquer pessoa que queira consumi-la. Ainda não foram divulgada vendas em outros países, porém na Australia sua venda estará garantida. 

As informações são do site do jornal the sidney mourning herald, da austrália e informações da agência reutersPara maiores informações e curiosidades sobre todo o processo de criação da nova cerveja acesse o site: http://vostokspacebeer.com/





Festa em  Comemoração pela criação da  Nova Cerveja!!!


Australianos Visitam Regiões Leiteiras do Brasil

Pecuaristas de uma Cooperativa de Leite Australiana chegaram ao Brasil nessa terça-feira (17/05/11) com o intuito de conhecer varias regiões leiteiras do país.
O Grupo tem interesse de conhecer, principalmente, o funcionamento do programa de certificação do leite brasileiro.
O programa de certificação da qualidade do leite do Brasil está ligado ao Ministério da Agricultura e Inmetro e deve ser publicado no Diário Oficial até o final do ano. O documento prevê práticas integradas a toda a cadeia produtiva do leite, como segurança alimentar, meio ambiente, legislação trabalhista e bem estar animal.
            Essa semana o destino do grupo australiano foi o município de Londrina e outras cidades do Paraná. Eles visitaram fazendas de gado leiteiro e apostam na troca de experiências para aperfeiçoar o setor, tanto brasileiro como australiano.
O Paraná tem uma das principais bacias leiteiras do Brasil, com um rebanho perto de um 1, 5 milhão de animais é o terceiro produtor nacional de leite, contribuindo com 3,5 milhões, dos 29 milhões de litros que o Brasil produz por ano.
O grupo foi recebido pelo Sindicato Rural de Londrina e Sociedade Rural do Paraná. Entre as informações, dados sobre o nível tecnológico do treinamento de produtores e funcionários do setor, foram apresentados pelo Senar. A pecuarista australiana, Jo Brookes, disse que ficou impressionada com a limpeza e organização das fazendas que conheceu. Só esta cooperativa australiana produz o mesmo volume de leite do Paraná. A visita pode render outros intercâmbios para troca de tecnologias.
A Austrália é um grande produtor de leite, é a  segunda maior exportadora mundial de lácteos atrás apenas da Nova Zelândia.  Possui condições climáticas extremamente favoráveis, o setor lácteo da Austrália espera expansão ainda para este ano. De acordo com a Dairy Australia, as condições climáticas em algumas regiões produtoras de lácteos são as melhores em anos, o que vai favorecer a ampliação do rebanho leiteiro.
Darlene Medina Carlos, coordenadora do grupo disse que a troca de conhecimento existe porque eles vêm para saber como está nossa tecnologia, para ver novas experiências no setor, pois as regulamentações são diferentes, os mercados são diferentes, e por isso é um aprendizado constante, “muita das vezes não existe a troca comercial, mas há troca de aprendizado, e o intercâmbio de informações e de pessoas sempre acontece, o que é muito lucrativo para ambos os países”.

O Grupo australiano ficará no Brasil até o inicio do mês de junho e as expectativa são as melhores.

sábado, 21 de maio de 2011

Índia reclama ao Paquistão luta contra o terrorismo

Por
Juliane Barbosa da Silva

A Índia voltou a afirmar que melhora nas relações com o Paquistão irá depender diretamente do combate ao terrorismo. Segundo as autoridades indianas o Paquistão “deve acabar com os grupos terroristas dentro do país, e desmantelar suas bases de operações”.
As relações bilatérias entre os países estavam abaladas desde o atentado terrorista em 2008 e desde março passado o dialogo entre ambos voltou a existir, no entanto desde a morte de Osama o governo Indiano pede providências mais firmes contra os grupos terroristas e afirma que o Paquistão é um é um refugio de terroristas.
Todos aguardam grandes mudanças no cenário internacional após a morte de Osama e como pode observar a Índia busca uma postura mais dura e inflexível do Governo paquistanês contra o terrorismo que será o novo ponto de discussão da agenda internacional nos próximos meses.
           
Fontes:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

BHP aponta dificuldades devido a inundações na Austrália

A BHP Billiton, maior mineradora global, alertou que as chuvas persistentes na Austrália estão atrasando a recuperação de suas operações de carvão depois de afetarem severamente a produção do país. Enquanto isso, as minas de minério de ferro no oeste da Austrália, que também foram atingidas por chuvas torrenciais, tiveram modesta recuperação no trimestre encerrado em março, de 7 por cento comparado com o ano anterior, abrindo caminho para um ano recorde, informou a BHP.
A companhia já destinou cerca de 10 bilhões de dólares de seu plano de investimentos de 80 bilhões de dólares nos próximos cinco anos para expandir as operações de minério de ferro e carvão. Analistas acreditam que isso demonstra os desafios que a indústria está enfrentando para satisfazer a crescente demanda por matéria-prima em meio à industrialização que se expande pela China e Índia, passando por outros países asiáticos.
A BHP informou que a produção de carvão para metalurgia no trimestre encerrado em março caiu 18% no ano, para 6,67 milhões de toneladas. Queensland (estado australiano-nordeste do país) perdeu cerca de 30 milhões de toneladas em produção de carvão quando as chuvas de monções e um ciclone atingiu a costa leste australiana.
Outras companhias como a Rio Tinto  e a Wesfarmers reportaram perdas de 12% e 34%, respectivamente, na produção de carvão metalúrgico devido às enchentes.
A produção de minério de ferro da BHP, sua principal commodity, saltou 33,2 milhões de toneladas no trimestre encerrado em março, mas foi 1 por cento menor que no trimestre anterior, por conta do verão chuvoso na Austrália.
Na produção de minério de ferro, a BHP está atrás da Vale e da Rio Tinto. A forte demanda da China, maior consumidora da commodity e a maior produtora de aço do mundo, puxou os preços da commodity, que se mantém em altos níveis neste ano, em torno de 180 dólares a tonelada, ligeiramente abaixo do recorde de 200 dólares registrados em fevereiro.


                     





Para conhecer mais a BHP Billton acesse o site: http://www.bhpbilliton.com/bb/home.jsp



Empresas citadas acima:
*BHP Billiton: Multinacional anglo-australiana, maior mineradora do mundo (fusão entre  BHP  (australiana) e Billiton (inglesa) em 2010).
*Rio Tinto: Multinacional anglo-australiana de Mineração, fundada em 1873.
* Wesfarmers: Cooperativa de Agricultores da Austrália Ocidental, fundada em 1914.
*Vale: Maior empresa privada do Brasil e 2° maior mineradora do mundo (em 2007 ocorreu a  a incorporação da INCO canadense).